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Campanha Estadual de Prevenção e Combate do Câncer Colorretal vira Lei

23/07/2020 9h12 - Atualizada em 23/07/2020 9h14
Por Matheus Acácio - Assessoria Dep Diana Belo

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Boa alimentação e atividade física são fundamentais para uma vida saudável, mas muitas pessoas não conseguem devido a dedicação ao trabalho e, com isso, esquecem do cuidado com a saúde. Várias doenças estão ligadas ao sedentarismo e uma nutrição não conveniente leva milhares de homens e mulheres a possuir câncer colorretal, um tumor maligno que se desenvolve em alguns locais do intestino grosso.

O câncer colorretal possui uma incidência alta e acomete, principalmente, pessoas a partir de 50 anos. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Biênio 2018-2019, o Estado do Pará estimou 500 casos de câncer de colorretal. O Hospital Ophior Loyola é referência no tratamento.

Pensando nisso, o Parlamento Estadual aprovou, no primeiro semestre de 2020, o Projeto de Lei n 35/2020 que dispõe sobre a Campanha Estadual de Prevenção e Combate do Câncer Colorretal, através do exame "FIT - Teste Imuniquímico para Pesquisa de Sangue Oculto". O mês escolhido para a realização da ação foi março. A autora do projeto de lei é a deputada Diana Belo.

"A doença se desenvolve no intestino grosso, isto é, no cólon ou em sua porção final, o reto. O principal tipo de tumor colorretal é o adenocarcinoma. Em 90% dos casos, esse tumor se origina a partir de um pólipo adenomatoso que, ao longo dos anos, sofre alterações progressivas em suas células. Portanto, a principal forma de prevenção do câncer colorretal é o seu rastreamento por exames como colonoscopias, visando à detecção e retiradas dos pólipos antes de se degenerarem em câncer. De acordo com os dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer), o câncer colorretal é o terceiro mais frequente entre os homens, logo após do câncer de próstata e de pulmão, e o segundo mais incidente nas mulheres, perdendo apenas para o câncer de mama", diz a justificativa da proposição.

Ainda, segundo o Projeto de lei, o teste de sangue oculto nas fezes é capaz de flagrar esse tumor precocemente. Para isso, basta realizar um exame de rotina, que avalia a presença de sangue oculto nas fezes. Ele é simples, barato, está indicado para todas as pessoas entre 50 e 75 anos e deve ser feito uma vez ao ano. Caso o teste seja positivo, o médico indica um segundo método diagnóstico, a colonoscopia. Por meio de uma tela, o especialista visualiza e diagnostica inflamações, verrugas (pólipos) e até a presença de massas cancerosas. O Projeto já é Lei nº 9.091 de 29 de junho de 2020, publicado no Diário Oficial do Estado no dia 01 de junho.

Com informações de Andrea Santos - AID - Comunicação Social

* Os textos produzidos pelas assessorias de cada parlamentar são de responsabilidade de seus autores.

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